27/10/2009

                 
                           
     

MYKONOS

                 
     

Possui características nitidamente turísticas: os seus cinco mil habitantes tornam-se no mínimo dez, quinze vezes isso durante o período das estações quentes devido ao fluxo maciço de visitantes de toda a Europa, mas também dos Estados Unidos e Japão. Situada entre Tinos e Naxos, junto a Santorini, resulta ser a ilha mais fascinante do arquipélago das Cíclades.
A constante demanda turística torna-a particularmente de fácil acesso seja desde os Pireus, através de um dos numerosos barcos que fazem a ligação, ou através dos voos que saem de Atenas. Diferentemente de Santorini, de cujas origens temos notícias bastante correctas e que a cada ano são confirmadas pelos resultados das escavações e dos estudos arqueológicos, sobre as origens de Mykonos sabe-se pouco ou nada. Segundo historiadores a ilha teria sido colonizada pelos iónicos, mas foram os atenienses que dela mais desfrutaram. Os poucos habitantes que restaram após a dominação helénica conheceram um breve momento de prosperidade durante a dominação ptolomaica e mais tarde com os romanos. Da época bizantina em diante Mykonos desaparece literalmente dos anais. As suas notícias posteriores a levam a 1537, domínio dos turcos, sob os quais os habitantes da ilha tornam-se piratas, confiando a própria sobrevivência a pequenas invasões de outras ilhas, costas e navios que por ali passavam.
É nesse período que se inicia o período mais rico de Mykonos que, no final de 1700 se torna uma das ilhas mais potentes e influentes do arquipélago, graças a uma grande frota mercantil, dignamente defendida por uma igualmente sólida frota militar, que Mykonos conservará até 1821, ano da independência.
Há aproximadamente cinquenta anos os habitantes da ilha descobriram as potencialidades da indústria turística que é até hoje a primeira reserva da ilha. Na capital da ilha, Mykonos, o monumento mais frequentado é a Igreja de Panaghia Paraportiani, que se localiza no bairro de Kastro. É a mais importante devido a sua arquitectura, que une elementos populares bizantinos e ocidentais.
As capelas da Paraportiani são obliquamente ligadas umas às outras como uma colmeia, próximas a um declive, e 7 pequenas igrejas estão dispostas como um cacho ao redor da praça que leva esse nome. Em uma outra praça, toda moça que beber de cada uma das Três Fontes tem a certeza, conforme a tradição, de que se casará naquele mesmo ano. Muito pitoresco, o bairro de Kastro se situa sobre um pequeno monte que os venezianos haviam fortificado. Sob o Kastro, encontra-se o bairro chamado Veneza devido às suas casas construídas sobre o mar, um pouco como ocorre sobre a lagoa veneziana. O museu arqueológico, na extremidade nordeste, reúne todos os restos de Renea, enquanto que o museu de arte popular expõe uma colecção de móveis, de ícones, esculturas e instrumentos musicais. A actividade balnear, assim como experimentar as especialidades de peixes (fantástico o grelhado), é um "must" da visita.

 
                           
     

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Mykonos

Mykonos

 
     

 
                           
                           
                           
       

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